A ginecomastia é uma condição que afeta os homens, e se caracteriza pelo crescimento das mamas fora do normal no sexo masculino. A maioria das pessoas costuma pensar que esse problema ocorre devido ao excesso de gordura, mas na verdade, ocorre por causa do excesso de tecido mamário.
A redução das mamas pode aliviar desconfortos emocionais e melhorar a autoconfiança, permitindo que o paciente se sinta mais à vontade em roupas justas ou sem camisa.
O procedimento redefine o contorno do peitoral, deixando-o mais plano e definido, alinhado à estética masculina.
Em alguns casos, o excesso de tecido mamário pode causar dor ou sensibilidade, que são eliminadas com a cirurgia.
Com a remoção do tecido glandular e/ou gordura, os efeitos da ginecomastia geralmente são definitivos, desde que o paciente mantenha um peso estável e hábitos saudáveis.
O tipo do procedimento adequado para cada paciente vai depender do quadro de evolução do crescimento mamário. A cirurgia realizada para a correção de mamas com muito volume, também se chama ginecomastia. O procedimento pode ser realizado em apenas uma ou nas duas mamas, e para fazê-lo, o paciente deve estar no seu peso ideal.
A indicação da cirurgia depende do desejo do paciente, dessa forma, os homens que não se incomodam com o crescimento das mamas, não precisam realizá-la. A não ser, é claro, que existam doenças associadas. Para poder ser submetido ao procedimento, é necessário ser maior de idade. Afinal, como explicado, adolescentes podem passar pela condição da ginecomastia apenas por influência do desbalanço hormonal da puberdade, algo que se corrige sozinho após algum tempo. A cirurgia é indicada quando os sintomas não desaparecem, e atravessam a vida adulta.
A operação consiste em pequenas incisões na mama, na margem inferior da aréola, para a retirada das glândulas e da gordura. Durante o procedimento, é preciso realizar a remoção de toda a glândula mamária, pois caso o cirurgião deixe um resquício desse tecido, o problema poderá voltar a se desenvolver no paciente.
No pós-cirúrgico, é necessário o uso de drenos por aproximadamente 3 dias, e também um colete elástico por cerca de 30 a 45 dias, na região do tórax.
É essencial suspender as atividades físicas por no mínimo 30 dias, e retornar apenas com a autorização do médico. O tabagismo também deve ser evitado por no mínimo 2 semanas, pois o cigarro prejudica o processo de cicatrização.
O cirurgião costuma prescrever um antibiótico para evitar infecções, e também medicamentos para o alívio das dores pós-cirúrgicas.
Normalmente os pacientes recebem alta no mesmo dia. A recuperação é rápida, e os pacientes poderão retornar às suas atividades normais em um curto período de tempo. É claro que isso vai depender de cada caso, e possíveis complicações podem atrapalhar o processo.
Quanto à cicatriz, é importante ter em mente que a incisão depende da quantidade de tecido a ser retirado. Dessa forma, uma maior remoção de pele deixa cicatrizes maiores.
Ambos os procedimentos são contraindicados para indivíduos obesos ou sedentários. Afinal, para a realização de qualquer procedimento cirúrgico, é importante estar com a saúde em dia. Pois dessa forma, as complicações são prevenidas de forma mais efetiva. Dois procedimentos realizados juntos, se tornam ainda mais invasivos para o paciente, então é essencial que ele possua bons hábitos de rotina.
Além de outras contraindicações como doenças crônicas ou autoimunes não tratadas, tabagismo, entre outros.
Atenção: Cada caso é individual, e somente o seu médico poderá te dizer se você pode realizar a cirurgia.
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